| CITATION: BRUNO, S. F. & D'ELIA, M.L. 2007. Galbula ruficauda. Species Online Atlas. www.species.it | | Galbula ruficauda | | DISTRIBUTION: Argentina, Belize, Bolivia, Brazil, Colombia, Costa Rica, Ecuador, French Guiana, Guatemala, Guyana, Honduras, Mexico, Nicaragua, Panama, Paraguay, Trinidad and Tobago, Venezuela | |
| TEXT VERSION: 1.0 TRANSLATION: ---- PHOTOS: BRUNO, S.F. 2006 EDITOR: BRUNO, S.F. | ARIRAMBA-DA-MATA Também conhecida por “bico-de-agulha-de-rabo-vermelho”, esta bela ave possui o bico comprido e preto, peito verde, ventre pardo-avermelhado, dorso verde-dourado e lados da cauda ferrugíneos. O macho distingue da fêmea pela garganta branca que, nesta, é amarelada. Seu canto é um assobio límpido e repetido.
A ariramba-da-mata, recebeu este nome por habitar a orla que margeiam rios, córregos e represas, brejos e também o interior da mata rala e seca. Entre setembro a dezembro, escava um ninho em barrancos de estradas, parecendo uma galeria com aproximadamente 30 cm de comprimento. No fim do túnel a ave prepara o ninho com gravetos e alguns talos de folhas, onde põe três ovos brancos imaculados¹. Apresenta em média 22 cm¹,² e os machos pesam cerca de 23g. Ocorre do México à Bolívia e nordeste da Argentina (Misiones). Na Amazônia brasileira (Roraima) a forma típica (G. r. ruficauda), de mento e cauda ferrugineos (apenas as duas retrizes centrais são verdes), ao passo que ao sul do Amazonas ocorre G. ruficauda rufoviridis (de cauda ferruginea de pontas verdes e o mento branco) até o Mato Grosso, Goiás e, no Brasil oriental, ate o Panamá; o representante meridional foi por muito tempo considerado espécie à parte. “Beija-flor-grande”, “Ariramba-da-mata-virgem”, “Beija-flor-dágua”, “Jacamarici”, “Bico-de-sovela” ². | TAXONOMY Kingdom: ANIMALIA Phylum: CHORDATAClass: AVES Order: PICIFORMESFamily: GALBULIDAE Genus: GalbulaSpecies: Galbula ruficauda Authority: Cuvier, 1816 | |
| É abundante em seu habitat florestado, mas hoje precisa ser socorrido ou desaparecerá com a expansão do homem, maior causa da destruição das matas de baixadas para lavouras, pastos e condomínios³. Histórico: 1988 – Baixo Risco/Não ameaçada (BirdLife International 2004); 1994 – Baixo Risco/Não ameaçada (BirdLife International 2004); 2000 – Baixo Risco/Não ameaçada (BirdLife International 2000) NÃO AMEAÇADA: A classificação de espécie não ameaçada é aplicada quando esta, avaliada pelos critérios padrões, não se enquadra nas categorias: Criticamente Ameaçada, Ameaçada, Vulnerável ou Em Perigo. A vasta distribuição e as abundantes taxas da espécie são parâmetros para inclusão na categoria de espécie Não Ameaçada. | |
| | Literature: 1 - ANDRADE, M.A. 1992. Aves Silvestres: Minas Gerais. Belo Horizonte: Conselho Internacional para a Preservação das Aves, 99 p. 2 - SICK, H., 1984. Ornitologia Brasileira. Brasília: Editora Universidade de Brasília. 482 p. 3 - FERREZ, L.1992. Observando Aves no Estado do Rio de Janeiro. Contagem: Kittera Maciel, 122 p. | | |